Por Rafaella Britto
As últimas fotografias de Marilyn Monroe serão expostas a leilão em Londres no dia 4 junho, como noticiado pelo Daily Mail nesta segunda-feira (25). Tiradas em 13 de julho de 1962 (três semanas antes de sua morte, em 5 de agosto) na praia de Santa Monica, Califórnia, por seu amigo, o fotógrafo George Barris, pretendia-se integrar as imagens às páginas de um livro sobre a musa. Após a morte da atriz, o projeto do livro “Marilyn – Her Life in Her Own Words” foi abortado. Barris recusou-se a permitir a publicação do ensaio, e somente vinte e cinco anos mais tarde, ao lado do colecionador Edward Weston, lançou “Last Photos”, uma compilação de noventa e nove impressões de oito fotografias.
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| (Foto: George Barris/Bloomsbury Auctions/BNPS) |
As últimas fotografias de Marilyn Monroe serão expostas a leilão em Londres no dia 4 junho, como noticiado pelo Daily Mail nesta segunda-feira (25). Tiradas em 13 de julho de 1962 (três semanas antes de sua morte, em 5 de agosto) na praia de Santa Monica, Califórnia, por seu amigo, o fotógrafo George Barris, pretendia-se integrar as imagens às páginas de um livro sobre a musa. Após a morte da atriz, o projeto do livro “Marilyn – Her Life in Her Own Words” foi abortado. Barris recusou-se a permitir a publicação do ensaio, e somente vinte e cinco anos mais tarde, ao lado do colecionador Edward Weston, lançou “Last Photos”, uma compilação de noventa e nove impressões de oito fotografias.
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| (Foto: George Barris/Bloomsbury Auctions/BNPS) |
“Quando eu a vi pela
primeira vez, ela era a pessoa mais linda e fantástica que eu havia conhecido
(...) Ela me fez sair do chão completamente” – disse Barris ao Daily News, em
2012, sobre o seu primeiro encontro com Marilyn.
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| (Foto: George Barris/Bloomsbury Auctions/BNPS) |
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| (Foto: George Barris/Bloomsbury Auctions/BNPS) |
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| (Foto: George Barris/Bloomsbury Auctions/BNPS) |
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| (Foto: George Barris/Bloomsbury Auctions/BNPS) |
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| (Foto: George Barris/Bloomsbury Auctions/BNPS) |
Nota: O texto a seguir foi traduzido por mim do original em inglês "A tribute to Pier Angeli - 'There aren't many like you...'", com permissão dos autores do site Pier Angeli, e só poderá ser reproduzido com autorização e sob os devidos créditos.
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| Foto: Reprodução |
Ela não era exuberante como Sophia Loren, vivaz como Gina Lollobrigida,
ou intensa como Anna Magnani. Mas era talentosa. O que a distinguia das outras atrizes
era uma qualidade de garota comum, uma maneira suave de falar, um rosto mais
delicado, e a habilidade de entregar-se a performances verdadeiramente deslumbrantes.
Talvez ela tivesse
extraído de experiências reais as emoções que transmitiu nas telas. Sua vida
pessoal era agitada. O mundo a perdeu em 1971, ainda em uma idade jovem. Para
ela, a fama, a glória e a felicidade não foram duradouras.
Publicado na Folha da Manhã, quinta-feira, 30 de dezembro de 1926
Os ultimos pensamentos do formoso galã foram para Peggy Scott, a humilde
bailarina dos cabarets de Londres.
Pouco antes de morrer, Rodolpho Valentino teria segredado aos ouvidos de
seu velho amigo Francisco Menillo alguma coisa muito sagrada, pois que este só
a communicou, e debaixo das maiores reservas, a Alberto Guglielmi, irmão do
fallecido.
Olhem em volta. Apreciem o novo design, tudo novo, de novo. Sim,
após um ano, cá estou novamente, para anunciar-lhes o retorno às atividades do
Império Retrô.
Neste um ano, o blog permaneceu em completo estado de abandono. Não havia realmente por que deixá-lo de lado, o que vivi foi um período de "desencantos" e preferi me isolar, estar ausente da web. Fazer como cantou Cartola: “Se alguém por mim
perguntar, diga que só vou voltar depois que me encontrar”. Neste um ano e alguns meses, afirmo com clareza que cresci e enriqueci, espiritual, artística e intelectualmente.
O retorno deveu-se a necessidade de promover
algo de valor e ao carinho que sinto pelos leitores de todo o mundo, que veem
neste espaço uma inspiração. Mas para isso, houve um dispendioso trabalho de
engenharia e manutenção que levou uma noite inteira para ser concluído: não somente o design,
como o conteúdo, foram inteiramente revisados e o número de postagens diminuiu significativamente
(não se assombrem caso alguns links estejam “quebrados”, pois muitas antigas matérias estão ainda em processo de revisão). No entanto, as
atualizações do blog e da fan page no facebook ocorrerão periodicamente. Agora, o foco
central serão textos e pesquisas de minha própria autoria. Outra novidade é a
criação de um canal no YouTube, onde serão publicadas algumas raridades do meu acervo digital (trechos de filmes, músicas e etc). Aos poucos, outras novidades serão divulgadas.
Ademais, preparem-se, pois vem muita
arte por aí!
As imagens a seguir foram retiradas do site Retronaut e o texto original em inglês foi traduzido por mim.
"A partir das imagens que as pessoas veem na TV, muitos chegam a conclusão de que o Afeganistão nunca saiu da Idade Média. Mas esse não é o Afeganistão de que eu me lembro. Cresci em Cabul, durante as décadas de 1950 e 1960. Comovido pelo fato de que os novos retratos da história do país não se encaixam em minhas memórias, quero descobrir a verdade.
Relembrar o passado esperançoso do Afeganistão só faz com que o presente pareça mais trágico. Mas é importante saber que a desordem, o terrorismo, e a violência contra escolas que educam garotas, não são inevitáveis. Quero mostrar aos jovens do Afeganistão de hoje como seus pais e avôs realmente viveram."
Dirigido por Cecil M. Hepworth e Percy Stow, o filme Alice in Wonderland, lançado em 17 de outubro de 1903, foi a primeira adaptação cinematográfica do clássico de Lewis Carroll. Estrelado por May Clark, o filme tornou-se memorável pelo uso de efeitos especiais (como visto nas cenas onde Alice sofre metamorfoses em seu tamanho, crescendo e diminuindo) que à época surgiam como célebres novidades. Com o passar dos tempos, o filme foi parcialmente perdido, e somente uma cópia do original é conhecida e chegou aos nossos dias. O British Film Institute lançou uma cópia restaurada em 24 de fevereiro de 2010. A versão original possui 8 minutos, enquanto a versão restaurada, 10.
Assista:
Polaire ("Pole Star", "estrela polar"), nome artístico de Émilie Marie Bouchand, foi uma popular cantora e atriz francesa, nascida na Argélia, em maio de 1874. Em fins do século XIX, quando a moda entre as mulheres era atar as cinturas por laços e espartilhos, Polaire era famosa por sua cintura fina, que chegava a medir 16 polegadas (410 mm). Um de seus primeiros hits de sucesso foi a versão francesa de "Ta-ra-ra Boom-de-ay", canção americana de vaudeville (gênero de teatro popular nos Estados Unidos, proeminente dos anos de 1880 a 1930). Em 1895, Polaire foi retratada por Henri de Toulouse-Lautrec para uma capa de revista.












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